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quarta-feira, 24 de maio de 2017

Temer convoca forças armadas e frusta movimentos que pedem as eleições diretas!

É pertinente afirmar que a situação política, financeira e econômica levou o país ao caos e insatisfação do povo brasileiro. Em razão disso, mesmo diante de uma situação caótica, eleições diretas devem comprometer ainda mais em razão da ingovernabilidade e instabilidade do mercado internacional e da economia!
Os movimentos que pedem as eleições diretas, além de ferir à carta magna da Constituição tem interesses escusos.
ENTENDA O PROTESTO DE BRASÍLIA QUE LEVOU A TEMER CONVOCAR AS FORÇAS ARMADAS!

Entenda o decreto

O decreto foi publicado em uma edição extra do "Diário Oficial da União" e é assinada pelo presidente Michel Temer, pelo ministro da Defesa, Raul Jungmann, e pelo ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Sérgio Etchegoyen.
Realizadas exclusivamente por ordem expressa da Presidência da República, as missões da GLO ocorrem nos casos em que há, segundo o Ministério da Defesa, "o esgotamento das forças tradicionais de segurança pública, em graves situações de perturbação da ordem".

Ainda de acordo com o ministério, nessas ações, as Forças Armadas "agem de forma episódica, em área restrita e por tempo limitado, com o objetivo de preservar a ordem pública, a integridade da população e garantir o funcionamento regular das instituições".

Do blog: me junto a todos os brasileiros que pedem o IMPEACHMENT de Temer, mas, que seja respeitado a carta magna, no momento em que o país passa por reformas as eleições diretas não resolve o estado de cleptocracia generalizado. 

Texto: A Voz do  Povo/com informações G1

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Sem mi, mi, mi, quem votou na Dilma levou o boneco de posto junto!


Sem reclamações, até pouco mais de 1 ano atrás, o Michel Temer era o queridinho do PT, paciência, o boneco de posto, ou vice-decorativo se tornou presidente e agora deverá ser afastado! Lembrando, precisamos entender que não se trata de um problema partidário, é um questão de honra limpar esta fedentina, corrupção que colocou o país no fundo do poço, ou, se preferir um poço sem fundo! 

domingo, 16 de abril de 2017

Temer, Lula e FHC articulam 'pacto', diz jornal

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC), do PSDB (Foto: George Gianni)
Foto: George Gianini

Emissários do presidente Michel Temer (PMDB) e de dois de seus antecessores, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Fernando Henrique Cardoso (PSDB), estariam negociando um "pacto" para garantir a sobrevivência política dos três partidos nas eleições de 2018.

A informação é do jornal "Folha de S. Paulo", que diz que o acordo começou a ser costurado em novembro do ano passado. Em restaurantes sofisticados e apartamentos de autoridades, aliados de Temer, Lula e FHC teriam discutido medidas para impedir que as três legendas sejam "exterminadas".
Ainda segundo a "Folha", pessoas ligadas aos três líderes avaliam que a Lava Jato quer eliminar a classe política e "abrir espaço para um novo projeto de poder, capitaneado por aqueles que comandam a investigação".
Os principais emissários nessas conversas seriam o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes e o ex-integrante da corte Nelson Jobim. Este último, de acordo com o jornal, já almoçou com Temer e FHC e marcou um encontro com Lula nos próximos dias.
O peemedebista, o petista e o tucano foram citados nas delações premiadas de executivos da Odebrecht e, com exceção de Temer, que não pode ser investigado por fatos anteriores a seu mandato, serão alvos de inquéritos por suspeita de recebimento de recursos ilegais.
Os três acreditam que eleições conturbadas no ano que vem podem favorecer candidatos "aventureiros". Segundo a "Folha", o acordo incluiria a manutenção de Temer no poder até o fim de 2018 e a participação de Lula no pleito presidencial.
Além disso, os três partidos poderiam patrocinar a aprovação da cláusula de barreira no Congresso e o fim das coligações proporcionais - o que dificultaria a vida de legendas pequenas e propensas a lançarem outsiders -, a anistia ao caixa dois, o relaxamento das prisões preventivas e um novo modelo de financiamento eleitoral.

Lula, Temer e FHC já teriam se falado em fevereiro, durante a internação da ex-primeira-dama Marisa Letícia, mas, de acordo com a "Folha", não há previsão para um novo encontro.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Presidente Temer às vésperas do julgamento que ameaça seu mandato



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O presidente Michel Temer, em Brasília, em 21 de março de 2017


O presidente Michel Temer enfrentará na próxima semana um julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que poderia tirá-lo do poder, mas que deverá percorrer um caminho cheio de obstáculos políticos e jurídicos antes de chegar a um desenlace.
A um ano e sete meses das próximas eleições, Temer responderá a uma antiga denúncia de abusos econômicos e políticos durante a campanha de 2014, na qual compôs como vice a chapa com a presidente Dilma Rousseff (2011-2016), destituída no ano passado por uma manobra do Congresso, apoiada por ele mesmo.
Este novo e explosivo capítulo da crise brasileira ocorre em um momento em que ainda não cicatrizaram as feridas do impeachment que pôs fim a um ciclo de 13 anos da esquerda no poder, enquanto o novo governo conservador é bombardeado por denúncias do esquema de corrupção na Petrobras.
Mas com a maioria no Congresso e o aval dos mercados a seu programa de ajustes, o Palácio do Planalto aposta em postergar o processo e aproximá-lo o máximo possível das eleições de outubro de 2018.
"Há muita calma. O tempo está a favor do presidente. Há muitos recursos legais e, se o caso não for resolvido no TSE, vai pra o STF", disse à AFP uma fonte do Planalto que pediu para ter sua identidade preservada.
Os próprios juízes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) poderiam solicitar uma suspensão para examinar o relatório final, com mais de mil páginas, e também os acusados poderiam pedir a ampliação de suas defesas.
Mas se a estratégia falhar e o TSE anular o resultado eleitoral de 2014, a Constituição determina que o Congresso eleja um novo presidente para concluir o mandato iniciado por Dilma e continuado por Temer.
No entanto, alguns constitucionalistas entendem que devem ser convocadas eleições diretas se a remoção do presidente ocorrer antes dos últimos seis meses de seu mandato.
Seria, de qualquer forma, um segundo governo de transição em apenas dez meses.
Corrupção de novo
Ironicamente, a denúncia foi apresentada pelo PSDB, derrotado em 2014, e hoje um aliado próximo de Temer.
Segundo a acusação, Dilma Rousseff (PT) e Temer (PMDB) financiaram sua campanha com dinheiro desviado da Petrobras, violaram os limites de gastos permitidos e abusaram da máquina estatal para serem reeleitos.
O caso vincula o esquema de propina na Petrobras com o escândalo da empreiteira Odebrecht e o custeio da campanha.
"Naquele momento tinha indícios de que dinheiro de corrupção da Petrobras foi usado em favor da campanha", disse o advogado do PSDB, Flávio Pereira.
Para Michael Mohallem, professor de direito da Fundação Getúlio Vargas, os ventos sopram a favor de Temer.
"O TSE julga improcedente a ação. Mantém tudo como está. É uma possibilidade muito razoável porque o próprio presidente Gilmar Mendes tem atuado para construir esse resultado (...) Tem grandes chances de que isso aconteça, da ação não resultar na casacão da chapa", afirmou.
Se este prognóstico se cumprir, Temer, de 76 anos, entregará a faixa presidencial a seu sucessor em 1º de janeiro de 2019.
Riscos
O processo não está, no entanto, isento de riscos para um governo impopular como o de Temer.
A imprensa destaca que tanto o juiz encarregado do caso, Herman Benjamin, como o Ministério Público são favoráveis a anular o resultado eleitoral.
Além disso, a corte poderia declarar Temer e Dilma inelegíveis por oito anos.
A defesa do presidente tentou separar suas contas das da ex-presidente, destacando que ele não teve relação com o esquema financeiro. Mas há poucas expectativas de que esta moção seja aceita.
Uma decisão adversa, embora passível de ser revertida pelo Supremo, seria um golpe duro para Temer.
Até mesmo o PSDB o defendeu em suas alegações finais.
"Não existe no processo nenhuma prova de alguma conduta do presidente Michel Temer em relação aos fatos que estão sendo apurados. Todos os depoimentos, todas as provas visam a participação do PT", garante o advogado do PSDB.
Além disso, três ministros do TSE deixarão seus postos nos próximos meses e os aliados do governo esperam que essa renovação traga ares mais favoráveis para a situação.
O governo pretende "demonstrar que não foi uma eleição ilegítima", disse a fonte do governo.
Paradoxalmente, este é um objetivo comum ao de Dilma, que acusa Temer de "golpista".
FONTE: AFP/YAHOO NOTÍCIAS

quinta-feira, 9 de março de 2017

Não, Michel, a mulher não é apenas capaz de educar os filhos, estocar vento....

A imagem pode conter: flor e textoDeixando à sátira de lado, o presidente Michel Temer perdeu a chance de ficar calado. No dia Internacional da Mulher saiu com uma pérola dessas! Um discurso antigo, arcaico e desnecessário.

Michel, a mulher não pilota apenas fogão, pilota avião, trem, ônibus e grandes empresas. Quando não temos muito para falar, optar pelo silêncio é o princípio da sabedoria . As mulheres provaram que são capazes de qualquer coisa. Capazes de superar dores de parto, cólicas, menstruação, machismo, discriminação e à violência que dizima de forma cruel e covarde. 

Fonte da foto: http://www.projetorodacultural.com/

domingo, 11 de dezembro de 2016

MICHEL TEMER Temer convoca ministros para reunião de emergência no Jaburu

Temer
O presidente Michel Temer
BRASÍLIA - O presidente Michel Temer convocou uma reunião de emergência neste domingo, 11, com o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, e outros ministros do seu governo para uma avaliação das delações dos ex-executivos da Odebrecht para a força-tarefa da Lava Jato.
No encontro, que acontecerá no Palácio do Jaburu, Temer também discutirá medidas para a retomada da economia ainda este ano. Essa reunião não estava prevista na agenda do presidente. Na sexta-feira, à noite, depois do vazamento da delação do ex-diretor de Relações Institucionais Cláudio Melo Filho, na qual foi citado, Temer foi para São Paulo. Ele retornou à Brasília por volta da hora do almoço deste domingo.
O Palácio do Planalto reagiu aos vazamentos com "preocupação" e sem "ingenuidade". A ordem do presidente Michel Temer é evitar muitos comentários, reforçar que as delações precisam se comprovar e que o governo tem que "continuar trabalhando" pelo País. Interlocutores do presidente, entretanto, admitem que "os efeitos disso precisam ser observados" e que a Lava Jato sempre foi e continua sendo um fato "imponderável".
Cláudio Melo Filho afirmou em delação que Temer pediu R$ 10 milhões ao empreiteiro Marcelo Odebrecht em 2014. Oficialmente, o Planalto negou ontem à noite a informação e afirmou que não há mais comentários: a nota divulgada "diz tudo". No texto para responder as acusações, o presidente repudia "com veemência as falsas acusações do senhor Cláudio Melo Filho". "As doações feitas pela Construtora Odebrecht ao PMDB foram todas por transferência bancária e declaradas ao TSE. Não houve caixa 2, nem entrega em dinheiro a pedido do presidente", completa a nota.
Nesta semana, está prevista a última votação da PEC do Teto dos Gastos, marcada para terça-feira, 13, e da LDO. O governo não quer que a tramitação dessas medidas, e da reforma da Previdência, sejam prejudicadas com o teor das delações dos ex-executivos da Odebrecht.
Pesquisa.  O Datafolha divulgou neste domingo, 11, pesquisa que mostra um aumento da impopularidade do presidente. A parcela dos brasileiros que considera o governo Michel Temer ruim ou péssimo saltou de 31% para 51% de julho para dezembro. Segundo pesquisa Datafolha, 34% consideram a atual gestão regular e 10%, boa ou ótima. Em julho, quando ainda era interino no cargo, Temer era avaliado como regular por 42% e como ótimo ou bom por 14% dos entrevistados pelo instituto.

A falta de expectativas com a melhora da economia é a principal explicação para a piora na percepção do atual governo. Em julho 30% achavam que a situação econômica do País iria piorar - hoje são 41%. Já os que achavam que iria melhorar eram 38% em julho e são 28% agora.
Fonte: Estadão

sábado, 10 de dezembro de 2016

Executivo da Odebrecht cita Temer 43 vezes e Jucá 105 em delação

<p>Foto: Agência Brasil</p>O presidente Michel Temer (PMDB) é citado 43 vezes no depoimento de delação premiada de Cláudio Melo Filho, ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht. A informação é da Folha de S. Paulo.
Além dele, o senador Romero Jucá (PMDB) aparece 105 vezes no documento. Já o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, é mencionado 45 vezes e Moreira Franco, secretário de Parceria e Investimentos do governo, 35.
Por fim, o ex-ministro Geddel Vieira Lima, que pediu demissão recentemente, surge em 67 trechos.
TEMER TEVE PAPEL RELEVANTE NA ARRECADAÇÃO
Melo Filho afirmou que o presidente atua de forma “indireta” na arrecadação financeira do PMDB, mas teve papel “relevante” em 2014, quando pediu R$ 10 milhões a Marcelo Odebrecht para a campanha eleitoral.
Segundo o delator, Temer colocou o ministro Eliseu Padilha de operacionalizar pagamentos de campanha. O ministro cuidou de R$ 4 milhões daqueles R$ 10 milhões e os distribui.
EXECUTIVO DETALHA PEDIDO
“Foi ele o representante escolhido por Michel Temer -fato que demonstrava a confiança entre os dois-, que recebeu e endereçou os pagamentos realizados a pretexto de campanha solicitadas por Michel Temer. Este fato deixa claro seu peso político, principalmente quando observado pela ótica do valor do pagamento realizado, na ordem de R$ 4 milhões”.
“Chegamos no Palácio do Jaburu e fomos recebidos por Eliseu Padilha. Como Michel Temer ainda não tinha chegado, ficamos conversando amenidades em uma sala à direita de quem entra na residência pela entrada principal. Acredito que esta sala é uma biblioteca”, disse o delator.
“Após a chegada de Michel Temer, sentamos na varanda em cadeiras de couro preto, com estrutura de alumínio. No jantar, acredito que considerando a importância do PMDB e a condição de possuir o Vice-Presidente da República como presidente do referido partido político, Marcelo Odebrecht definiu que seria feito pagamento no valor de R$ 10 milhões”, diz.
“Claramente, o local escolhido para a reunião foi uma opção simbólica voltada a dar mais peso ao pedido de repasse financeiro que foi feito naquela ocasião. Inclusive, houve troca de e-mails nos quais Marcelo se referiu à ajuda definida no jantar, fazendo referência a Temer como ‘MT'”, ressalta o ex-executivo da Odebrecht.
TEMER ATINGIA INTERESSES PESSOAIS, DIZ DELATOR
Segundo o executivo, “o atual presidente da República também utilizava seus prepostos para atingir interesses pessoais, como no caso dos pagamentos que participei, operacionalizado via Eliseu Padilha”.
Segundo a Folha, todos os citados têm negado qualquer irregularidade na relação com a Odebrecht.
Fonte: Com informações Folha de São Paulo/Yahoo Notícias

domingo, 20 de novembro de 2016

Julgamento da chapa Dilma-Temer no TSE causa temor no Palácio do Planalto!

Michel Temer (à esq.) e Dilma Rousseff | Cadu Gomes
/Fotos Públicas

Vencer a batalha do impeachment ainda não garantiu a Michel Temer (PMDB) permanecer na Presidência da República até dezembro de 2018. Nos últimos dias, vem crescendo dentro do governo o temor de que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) possa cassar a chapa que elegeu Dilma Rousseff (PT) presidente e Temer vice em 2014. Relator do caso, o ministro Herman Benjamin tem dado sinais de que poderá votar pela cassação, ignorando os argumentos de que as contas de campanha da petista e do peemedebista devem ser analisadas separadamente. Ainda que o voto dele seja apenas um entre os sete ministros que compõem o Pleno da Corte, o Planalto considera desastrosa uma recomendação nesse sentido, porque passaria ao mercado financeiro a sinalização de que mais uma turbulência se aproxima do centro do poder no Brasil. Entenda esse imbróglio:

O que o TSE investiga nas contas da chapa Dilma-Temer?

No total, o PSDB moveu quatro ações contra a chapa vencedora da eleição presidencial de 2014 – elas tramitam de forma unificada. Os tucanos apontam abuso de poder político por meio do uso da máquina pública na campanha adversária, incluindo a participação indevida de ministros de Estado e o envio a eleitores de quase 5 milhões de panfletos pró-Dilma pelos Correios.
O partido ainda menciona a Operação Lava Jato e doações de empreiteiras envolvidas no esquema de corrupção na Petrobras, que, na medida em que irrigaram a campanha eleitoral, caracterizariam abuso de poder econômico. De acordo com o presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, estimativas indicam que a chapa Dilma-Temer teria gastado cerca de R$ 940 milhões via caixa dois.

O que diz a defesa de Michel Temer?

Ao TSE, os advogados do presidente alegam que o PMDB tinha um comitê financeiro próprio na campanha e que as prestações de conta foram distintas. Segundo eles, o peemedebista movimentou seus próprios recursos e, por isso, só poderia ser responsabilizado por essa movimentação.
Ao pedido de separação das contas, porém, o Ministério Público Eleitoral tem entendimento contrário, por entender que não é possível separar as responsabilidades do titular e do vice. Por outro lado, os ministros Gilmar Mendes e Luiz Fux têm se mostrado favoráveis à distinção das contas.
Nesta semana, Temer disse em entrevista exibida pelo programa Roda Viva, da TV Cultura, que não se preocupa com uma eventual cassação pelo TSE. “Tenho sustentado que as contas são julgadas ao mesmo tempo, mas são fisicamente prestadas em apartado. Evidentemente que − e vocês conhecem a obediência que presto às instituições − se o TSE disser lá na frente, ‘Temer, você tem que sair’, convenhamos, haverá recursos que você pode interpor, não só no TSE, mas, igualmente, no STF.”

Como tem se manifestado o relator do caso?

Recentemente, o ministro Herman Benjamin afirmou que este processo é o “maior da história” do TSE e que sua decisão será “histórica”. Ele disse ter ficado impressionado com a extensão do petrolão a partir dos depoimentos dos delatores da Lava Jato. Segundo Benjamin, o esquema se baseava na “normalidade da corrupção”. “Vários deles − e eu sempre fazia essa pergunta − diziam ‘as empresas já têm esse valor, isso faz parte do negócio’. Os valores são espantosos, até às vezes eu repetia a pergunta para saber se eu estava entendendo bem, para saber se era bilhões ou milhões. A dimensão é enorme”, declarou.
Dizendo estar dando uma “agilidade maior” ao caso, o ministro garantiu que sua análise como relator será “estritamente técnica”. “Isso aqui não é um processo de impeachment do Congresso Nacional. O TSE não é um tribunal político, é um tribunal que decide sobre fatos.”

Se a chapa for cassada, quem será o próximo presidente?

O processo segue na fase de instrução, quando são colhidos depoimentos, quebrados sigilos, analisados documentos. Por isso, não há como prever se o julgamento no plenário do TSE vai ocorrer ainda neste ano ou apenas em 2017.
No caso de a maioria dos ministros decidir pela cassação da chapa até o final do mês que vem, será convocada uma eleição direta para escolher o novo presidente da República. Se isso ocorrer somente a partir do ano que vem, o Congresso é quem elegeria o substituto de Temer, por meio de eleição indireta.
Como a probabilidade é maior para o último cenário, já há inclusive nomes cogitados no Parlamento para a necessidade de se realizar um pleito indireto. Entre eles estão o do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o de Nelson Jobim, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal.

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Michel Temer vai proibir o uso da Bíblia no Brasil a partir de 2017?

É verdade que o presidente Michel Temer sancionou uma lei proibindo o uso da Bíblia em todo o Brasil a partir de 2017?
Michel Temer quer proibir o uso da Bíblia no Brasil em 2017! Será verdade?
A notícia apareceu com força na web na primeira semana de novembro de 2016, se espalhando rapidamente através das redes sociais e em publicações em diversos sites e blogs.
De acordo com o texto, o Congresso Nacional teria aprovado o texto-base da Lei que irá proibir o uso da Bíblia Sagrada em 2017 no Brasil. Aprovada com 199 votos a favor e 8 contra, a lei criada por Michel Temer estaria proibindo o uso de material cristão em escolas e poderá ser expandida para todos os locais públicos!
Será que essa notícia é verdadeira ou falsa?
Michel Temer quer proibir o uso da Bíblia no Brasil em 2017! Será verdade?

Verdadeiro ou falso?

Uma busca no site da Câmara dos Deputados sobre a palavra “Bíblia” já nos mostra que não houve nenhuma votação ou sequer projeto de lei semelhante ao que foi espalhado por aí.

Igualmente, no site do Senado também não há nenhuma nota a respeito!
Estranho, né?
Será que o presidente estaria tentando por em prática algum decreto proibindo o uso da Bíblia? Pelo que podemos ver no site da Presidência da República, não! Não há nenhum decreto nem ao menos parecido com o que diz na “notícia”.
Além disso, nenhum jornal sério e de grande circulação publicou algo sobre essa nova lei!
Na verdade, essa e-farsa surgiu em uma postagem de um blog especializado em criar notícias falsas chamado Fuçada na Rede. Apesar do blog afirmar que a postagem foi feita em setembro, só encontramos essa publicação no mês de novembro de 2016:
fucadanarede

Conclusão

O presidente Michel Temer não criou nenhuma lei proibindo o uso de Bíblias no Brasil!
Fonte: E-FARSAS

sábado, 2 de julho de 2016

53% discordam do governo Temer; aprovação é de 13%

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Com pouco mais de um mês de gestão, o governo do presidente interino Michel Temerfoi considerado ruim ou péssimo por 39% da população, em junho, de acordo com a pesquisa CNI/Ibope. O levantamento foi divulgado hoje (1º) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Na última pesquisa CNI/Ibope que avaliou o governo de Dilma, em março deste ano, 69% dos entrevistados consideram o governo da petista ruim ou péssimo.
O percentual de pessoas que consideram o governo de Michel Temer ótimo ou bom é 13%, contra 10% de Dilma. Já os que avaliam o governo Temer como regular somam 36%. Em março, 19% disseram que o governo de Dilma era regular.
A popularidade do presidente interino é maior que a da presidenta afastada Dilma Rousseff, mas também é negativa. Entre os entrevistados, 31% concordam com a maneira Temer de governar e 53% discordam. No caso de Dilma, 82% não concordavam com a maneira de ela governar em março de 2016 e 14% aprovavam.
Sobre a confiança, 27% confiam no presidente Temer e 66% não confiam. O índice de confiança de Dilma era de 18%; 80% não confiavam na presidenta afastada.
Segundo o gerente-executivo de Pesquisa da CNI, Renato da Fonseca, a proximidade política entre os dois governos e o pouco tempo em que Michel Temer está no poder reflete na manutenção do percentual de pessoas que consideram o governo atual ótimo ou bom (13%), considerando a margem de erro, em relação à última pesquisa da presidenta Dilma (10%).
Em comparação com o governo de Dilma Rousseff, 44% da população consideram que o governo Temer está sendo igual ao da presidenta afastada; 245% consideram pior e 23%, melhor. “É um fator que já se esperava, porque [o PMDB] é um dos principais partidos que estavam na base aliada do governo passado; alguns ministros até participaram do governo passado. Isso pode levar essa impressão na população de que o governo está muito parecido. Quando olhamos pelo lado do ruim ou péssimo, está melhor que antes, mas não significa dizer que está um ótimo governo”, explicou Fonseca.

Nordeste

A popularidade de Temer, segundo a CNI, é mais baixa na Região Nordeste. Para 44% dos entrevistados nessa região, o governo está sendo ruim ou péssimo; 72% não confiam no presidente em exercício e 63% desaprovam sua maneira de governar. Nas demais regiões, as avaliações são similares. No Nordeste, o governo Temer está sendo pior que o governo Dilma para 38%. Esse percentual cai para 25% entre os entrevitados no Norte e Centro-Oeste, 20% no Sudeste e 19% no Sul.
“O Nordeste era onde a presidente Dilma tinha mais força, tinha melhor índice de aprovação, e certamente esse é um fator determinante para que o presidente interino tenha uma desaprovação maior nessa região”, disse Fonseca, ao acrescentar que ainda há uma incerteza na população e um desconhecimento do que realmente esse governo vai fazer e as políticas que vai adotar.

Notícias

Para 40% do entrevistados, as notícias recentes são mais desfavoráveis ao governo. Na comparação com a pesquisa de março de 2016, o número recuou 36 pontos percentuais. O percentual dos que consideram as notícias mais favoráveis ao governo é de 18%; em março, esse percentual era 10%. Na comparação com março, houve um aumento de 9% para 25% dos que consideram que as notícias não são favoráveis nem desfavoráveis.
Para Fonseca, esse é um ponto que chamou a atenção, pois cresceu o número de pessoas que não citaram ou não lembraram ou não quiseram citar notícias específicas sobre o governo (63%). Em março, esse percentual era de 25%. “Houve uma avalanche de notícias sobre corrupção e [Operação] Lava-Jato e, de repente, isso diminuiu um pouco e começam entrar notícias de mudanças de governo. E as pessoas não se atentaram ainda ou não absorveram ainda essas notícias por completo”, disse o gerente executivo da CNI.
A pesquisa CNI/Ibope também avalia o governo por área de atuação. Impostos e taxa de juros são as áreas que mais desagradam à população, ao alçancar 77% e 76% de desaprovação, respectivamente. A pesquisa completa está disponível no site da CNI.
Temer assumiu o governo em 12 de maio, quando o Senado aprovou a admissibilidade do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff.
A pesquisa foi feita entre os dias 24 e 27 de julho com 2.002 pessoas, em 141 municípios. A margem de erro é dois pontos percentuais e, segundo a CNI, o grau de confiança da pesquisa é 95%.
Andreia Verdélio, da Agência Brasil
Foto: AGPT

Fonte: Yahoo Notícias

sábado, 18 de junho de 2016

Governo Temer paga Bolsa Família sem reajuste anunciado por Dilma

a dona de casa helena goes franco 69 com o neto wallace 5 mostra o cartao do beneficio do bolsa famlia a dona de casa francisca pedro da silva 59 mostra o cartao do beneficio do bolsa faO governo interino do presidente e Michel Temer não concedeu o reajuste de 9% previsto para este mês aos beneficiários do Bolsa Família.
A informação foi confirmada pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário, responsável pela gestão do programa, que atende 13,9 milhões de famílias no país –sendo metade delas no Nordeste.
O anúncio do reajuste aos beneficiários foi feito pela presidente Dilma Rousseff durante ato no dia 1º de maio, em São Paulo, poucos dias antes de ser afastada pelo Senado. “O governo Dilma ficou dois anos sem dar reajuste no Bolsa Família. Estamos fazendo uma avaliação nos cortes promovidos pelo governo anterior, que chegam a R$ 1,6 bilhão, para poder conceder o reajuste”, informou o ministério em nota aoUOL. O texto diz ainda que não há data para a conclusão de estudos sobre as possibilidades de reajuste do benefício.
Apesar da promessa da promessa de reajuste feita enquanto ainda exercia o cargo, Dilma não editou decreto autorizando e determinando o reajuste no benefício. O presidente interino, Michel Temer também não editou decreto nesse sentido.
O pagamento do benefício do mês de junho começou nesta sexta-feira (17), contemplando as famílias com número final de inscrição “1”. Ao todo, o pagamento do programa social ocorre em dez datas diferentes. Este mês, o calendário oficial vai até o dia 30 de junho, quando são pagos os beneficiários com número final “0”.
Quando anunciou a medida, Dilma explicou que a proposta estava prevista na proposta de orçamento enviada para o Congresso, em 2015. “Essa proposta estava prevista, e diante do quadro atual, tomamos medidas que garantem aumento na receita neste ano e nos próximos para viabilizar esse aumento no Bolsa Família. Tudo isso sem comprometer o cenário fiscal”, afirmou a então presidente.
Em Recife, a presidente afastada Dilma Rousseff comentou o não pagamento do reajuste e disse que se trata de “mesquinharia”.
“Não pagaram o reajuste do Bolsa Família, de 9%, que nós tínhamos deixado os recursos e aprovado direitinho, todas as condições para ser pago. Aí vocês vejam, quanto custa isso? Custa menos de R$ 1 bilhão, mas ao mesmo tempo vão e aumentam o deficit e dão aumento para todos que lhe interessam, que montam na casa de R$ 56 bilhões. Para o povo pobre, R$ 1 bilhão é muito; para os ricos, R$ 56 bilhões é pouco. É esse o governo da desigualdade, da mesquinharia com o nosso povo. Não pagar o reajuste do Bolsa Família é uma mesquinharia com o povo pobre desse país”, disse em discurso em ato em defesa pela democracia.
Ela ainda pediu mobilização para cobrar o seu retorno à Presidência. “Essa decisão e mostra a verdadeira alma, o verdadeiro intuito, o verdadeiro objetivo desse governo provisório, ilegítimo e interino, que é reduzir o máximo que puderem dos direitos conquistados, dos direitos sociais, dos direitos de cada um dos brasileiros, principalmente daqueles mais pobres. Nós vamos responder a isso dizendo ‘não’ a esse governo provisório, ilegítimo e usurpador.”
A reportagem do UOL entrou em contato na noite desta sexta-feira (17) com assessores do presidente Temer e do Palácio do Planalto para repercutir o discurso da presidente afastada, não houve retorno até as 20h
Segundo o professor de Economia da Universidade Federal de Alagoas e estudioso de programas sociais, Cícero Péricles, a suspensão do reajuste já era esperada e que terá um impacto negativo para os Estados do Nordeste, onde quase metade das famílias recebem o benefício.
“Os assessores deles já falavam em ‘focalização’ do programa, faziam críticas à malversação desses recursos. Era um claro discurso político preparatório para que o programa tivesse perdas reais. Essa suspensão tem um impacto regional forte. Não é verdade que o Bolsa Família que o Bolsa Família custe caro para o Brasil, ele significa apenas 0,5% do PIB [Produto Interno Buto] e ajuda quase 20% da população. É um custo-benefício muito bom para o país”, diz.
Via Montanhas em ação

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Carta de Michel Temer a Dilma é uma aula de mesquinharia política

image

Reparem na carta de Michel Temer. Procurem, com lupas, qualquer menção à Lava Jato. 
Qualquer indignação com o tripé empreiteiros-Petrobras-candidatos que detonou o impasse político atual. 
Ou qualquer remorso pelo sobrepreço de obras públicas. 
Qualquer assombro com o papel dos bancos estatais para a aplicação de hormônio no peito dos campeões nacionais. 
Qualquer desassossego com as pedaladas fiscais. 
Qualquer alerta sobre a condução da política econômica hegemônica no tempo em que o vice-presidente (não) se contentava no papel de figura decorativa do Planalto. 
Naquele tempo sobrava dinheiro. Jorrava, junto com o petróleo e as promessas de que o país se tornaria um canteiro de obras para refinarias, estaleiros, cidades portuárias.
Não jorra mais. Em parte porque a política econômica, é forçoso reconhecer, se esgotou. Em parte porque seus indutores foram pegos em flagrante – alguns deles do mesmíssimo PMDB que o vice-presidente jura ter sido sabotado ao longo do casamento que durou alguns meses e muitos contos de réis.
Temer não parecia assim tão irritado quando resolveu reformar os votos para a eleição de 2014. 
Podia ter dado a benção e seguido um rumo menos decorativo. 
Podia ter se lançado candidato a presidente, por exemplo. 
Ou incensado algum colega. Eduardo Paes, por exemplo. Aquele que pretende deixar a Prefeitura do Rio com um agressor de mulheres. 
Ou o insuspeito Eduardo Cunha. 
Renan Calheiros poderia também pedir passagem na linha sucessória por tempo de serviço prestado. 
Ou Moreira Franco, aparente líder da juventude peemedebista.
Não faltavam opções a Michel Temer para disputar, no voto, o protagonismo que ele jura ter perdido como vice-presidente. Perda de protagonismo que, com toda razão, lhe causa agora, e só agora, tanto repúdio e ressentimento.
Dilma Rousseff, sabemos todos (alguém se espanta?) pela carta de seu vice, tem a habilidade política de um rinoceronte em loja de cristais.
Temer se ressente por não ter sido chamado para as discussões da política econômica.
Por ter sido desvalorizado com a saída de aliados do governo ou com os descasos com as suas indicações para as agências reguladoras.
Por ver descumpridos os acordos costurados no Congresso pela reforma fiscal.
Por ter sido esquecido, nunca entre aspas, nos encontros com o vice-presidente dos EUA e com cardeais do PMDB para decidir nomeações e cortes de ministérios quando todos pediam o enxugamento da equipe.
Por ver criticadas as propostas do PMDB para reconstruir uma ponte em direção ao futuro depois de anos vendo-a desabar sem qualquer franzir de testa.
E por ter seu espírito democrata colocado em xeque após as rodas de conversa despretensiosas com opositores que hoje articulam o impeachment (faltou dizer que a conversa se concentrou nos preparativos para a montagem do presépio no Jaburu; como, afinal, a presidenta ousa desconfiar de interesses pouco republicanos de seu segundo homem na linha sucessória ao se encontrar com os interessados em sua cabeça?).
Descortesia. Desconsideração. Insensibilidade diante das opiniões, indicações e acordos propostos pelo vice-presidente. É disso que se trata a carta de Michel Temer: uma carta aberta sobre como a mesquinharia determina as condições e as implosões das políticas públicas em Brasília. 
Na carta, Dilma é apresentada como uma liderança rude, indelicada e inábil. Como um fracasso político, portanto.
Não deve ser um retrato irreal, mas é bom lembrar que é esta cintura presa a razão de seu naufrágio. Não se sabe exatamente o que a levou a assinar o atestado de inabilidade: se foi por não saber com quem lidava ou se foi justamente por saber e, ainda assim, dobrar a aposta em 2014 em troca de mais visibilidade, mais tempo de TV, mais votos.
A opção pelo pragmatismo manda agora a fatura, em forma de carta, pela deselegância discreta de seus aliados. 
Dilma e seu partido se esqueceram de formar uma base sólida no Congresso para, de dentro para fora, promoverem as reformas estruturais, e não o reformismo, necessárias ao país (a implosão do presidencialismo de coalizão e suas formas de financiamento era só o começo da conversa). Deram de ombros aos movimentos que antes lhe davam sustentação. Ficaram à mercê de conspiradores.
Não quaisquer conspiradores, mas os que esperam o momento de fragilidade política e econômica para manifestar o incômodo. E mudar de barco após cobrar o preço do resgate.
Temer pode ter toda razão em se doer pelos anos em viveu no Planalto como alma penada. Mas esperou a faca chegar à garganta do governo e da presidenta, pelas mãos da oposição e de Eduardo Cunha, para avisar onde o calo doía. A sincronia entre virtù e fortuna, em nossos tempos, tem um ponto de encontro na esquina da mesquinharia. O nome do logradouro é oportunismo.
Em suas cartas recém-transformadas em livro, Fernando Henrique Cardoso já fazia menção honrosa à mendicância protagonizada por Temer e congêneres no Palácio. Tudo começa e termina com a mesma disposição de unificar o país, desde que certas indicações sejam atendidas. Em troca de apoio (e sustentação), criam problemas para vender facilidades.
Nisso até o antipetista mais exalado tem de dar o braço a torcer. Dilma não confiava em seu vice. Nem no PMDB. Alguém mais?

Fonte: Blog do Mateus Pichonelli

Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil